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Editorial da Edição 153

Publicado: Quinta, 30 de Janeiro de 2020, 18h42 | Última atualização em Quinta, 30 de Janeiro de 2020, 20h37 | Acessos: 1176
“Esse rio é minha rua. Minha e tua, mururé” Paulo André e Ruy Barata Rio Guamá. Foto Alexandre de Moraes
imagem sem descrição.

Desde 1997, quando foi criada a cota eleitoral determinando que 30% dos candidatos de qualquer partido político sejam do sexo feminino, as mulheres seguem lutando por uma representatividade real nas arenas políticas. Em dissertação defendida no PPGCom/ILC, a jornalista Natália Kahwage analisou os discursos de vereadoras de Belém e de Manaus em vídeos postados em seus perfis sociais e em fanpages no Facebook. Neste espaço, essas mulheres ora ressignificam, ora negam, ora recorrem aos velhos estereótipos.

As especificidades da advocacia praticada por indígenas são o tema discutido por Breno Cavalcante, baseado nas trajetórias de Luiz Henrique Eloy Amado, da etnia Terena; Ricardo Weibe Nascimento Costa, do povo Tapeba; e de Paulo Pankararu. Com culturas diferenciadas, esses profissionais do Direito provocam um pluralismo jurídico e reivindicam políticas que garantam a permanência de alunos indígenas nas universidades.

Leia também: denúncias não impedem homicídios de mulheres no estado do Pará; Dissertação revela a história de Mestre Vieira, o músico que deu às guitarras paraenses um sotaque próprio e inconfundível; Mulheres seringueiras fazem relatos de dor e resistência; Agroturismo pode ser opção de desenvolvimento para áreas produtoras de cacau.


Rosyane Rodrigues
Editora

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