Editorial
O ano iniciou com greve dos servidores técnico-administrativos das Instituições Federais de Ensino Superior em todo o país. Como já era esperado, a paralisação afetou muitas atividades da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da sua Assessoria de Comunicação Institucional, unidade responsável pela produção do Jornal Beira do Rio. Foi considerando esse contexto que lançamos a edição n. 177 – Janeiro a Junho. Até o final de 2026 teremos mais duas edições regulares e a uma especial, voltada para o público infantojuvenil, que carinhosamente chamamos de Beirinha.
A capa destaca a pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF), da UFPA, com o extrato da laranja Moro e revela o seu potencial gastroprotetor e cicatrizante, podendo ser usado como complemento no tratamento da úlcera gástrica. O estudo é de autoria de Allane Patrícia Santos da Paz, com orientação da professora Vanessa Jóia de Mello.
Os números registrados em 2025 são assustadores e os de 2026 não ficam atrás: estamos vivendo um dos momentos mais críticos quando o assunto é violência doméstica. Em entrevista ao Beira do Rio, a professora Luanna Tomaz, diretora adjunta do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, conversou conosco sobre esse cenário e os resultados obtidos na Clínica de Atenção à Violência, sob sua coordenação.
Também neste número: pesquisa discute representações da infância amazônida ao analisar a trilogia do filme Tainá; a dissertação Memórias das artes circenses de rua em Belém mostra os desafios da arte de rua em Belém; Estudo revela crescimento da produção científica feminina na região Norte; e o jornalista Walter Pinto assina a resenha do livro Ancestralidade e tradição – A hora e a vez de mulheres indígenas e quilombolas, livro publicado pelo Programa de Pós-Graduação em Direito, (PPGD/UFPA).
Até o próximo número!
Rosyane Rodrigues
Editora
Fotografia: Alexandre de Moraes| Beira do Rio edição 177 - Janeiro a Junho
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